Críticos afirmam que Trump foca nos recursos da Venezuela, não na liberdade do povo, revelando interesses econômicos acima de valores democráticos

Do anúncio de que os Estados Unidos passarão a controlar a Venezuela e suas enormes reservas de petróleo — com planos de receber entre 50 milhões de barris e gerenciar a venda desses recursos — fica claro que, para Trump, o real interesse americano na Venezuela sempre foi muito mais sobre riqueza e recursos do que sobre democracia ou libertar o povo da ditadura de Maduro; ao invés de priorizar um processo político genuíno, a política externa dos EUA sob seu governo tem sido marcada pela busca por acesso e controle sobre o petróleo venezuelano e suas riquezas naturais, já que a administração afirma que os recursos serão usados para “beneficiar os venezuelanos e os americanos”, uma narrativa que muitos críticos veem como um disfarce de Trump para interesses econômicos e estratégicos — especialmente diante das vastas reservas petrolíferas do país e dos sinais de que Washington pretende exercer influência econômica e política duradoura sobre Caracas.