Apesar do apoio crescente para disputa presidencial, Tarcísio enfrenta queda nas intenções de voto e críticas após tarifa de Trump

Durante a entrega de 432 unidades habitacionais em Embu das Artes (SP), aliados de Tarcísio de Freitas (Republicanos) defenderam publicamente sua candidatura à Presidência em 2026. O governador de São Paulo foi chamado de “futuro presidente” por líderes locais como o ex-prefeito Ney Santos — réu por lavagem de dinheiro — e o atual prefeito Hugo Prado, além de parlamentares como a deputada Ely Santos e o deputado estadual Eduardo Nóbrega.
Apesar de Tarcísio afirmar que disputará a reeleição ao governo paulista, os apoios indicam pressão crescente para que ele entre na corrida presidencial.
O evento também contou com a presença do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), que entregou chaves aos moradores e tem aparecido bem em pesquisas para o governo estadual.
Segundo pesquisa Quaest divulgada no mesmo dia, Lula tem 41% das intenções de voto contra 37% de Tarcísio em um possível 2º turno — uma queda para o governador em relação ao levantamento anterior. A imagem de Tarcísio foi abalada após a taxação de produtos brasileiros por Donald Trump, medida que afetou exportadores paulistas e trouxe críticas sobre a atuação do governador nas tratativas com os EUA. Por Ramiro Brites