Alinhamento com os EUA levanta suspeitas sobre traição aos interesses nacionais em meio a tarifas que ameaçam a economia brasileira

A recente aproximação entre Eduardo Bolsonaro e representantes do governo dos Estados Unidos levanta sérias preocupações até mesmo pessoas ligada ao bolsonarismo sobre os reais interesses por trás dessa relação. O deputado parece estar atuando como intermediário de uma agenda externa que visa sufocar a economia brasileira. As medidas tarifárias impostas pelos EUA, como a recente taxa de 50% sobre produtos do Brasil, não surgem do nada — elas refletem uma política deliberada de enfraquecimento da indústria nacional e o sufocamento da economia por parte de um país estrangeiro. E o cenário pode piorar: já se fala em ameaça de uma taxação de até 100% sobre os produtos brasileiros, o que colocaria setores inteiros da economia em colapso. É difícil ignorar o papel de figuras políticas brasileiras que, ao invés de protegerem a soberania econômica do país, parecem colaborar com estratégias que favorecem potências estrangeiras.
Esse tipo de alinhamento, na prática, pode resultar na quebra de pequenas e médias empresas, enfraquecimento de cadeias produtivas inteiras e aumento do desemprego. Não se trata apenas de uma disputa comercial: é um jogo geopolítico no qual o Brasil corre o risco de ser tratado como mero satélite de interesses externos. Quando representantes eleitos atuam mais como agentes internacionais do que como defensores do povo brasileiro, é a soberania nacional que fica em xeque. O país precisa urgentemente de uma política externa que una forças em torno do desenvolvimento nacional, e não da submissão a potências que não hesitam em colocar seus próprios interesses acima de tudo.
Por: CLAUDEMI BATISTA