Administração municipal de Cortês esclarece fatos, rebate acusações e reafirma compromisso com os professores

A prefeita de Cortês, Fátima Borba (PSD), divulgou uma nota nesta segunda-feira (27) para rebater acusações e esclarecer episódios envolvendo um grupo que se apresenta como sindicato dos professores, mas que, segundo a gestão, não possui registro oficial nem representatividade legal. De acordo com a administração municipal, o grupo teria divulgado informações falsas, como a suposta liberação de precatórios em 2025 — que, segundo a Prefeitura, seguem bloqueados pela Justiça Federal — além da alegação de que o reajuste salarial da categoria teria sido negado, mesmo após o envio do projeto de lei à Câmara Municipal.
Ainda conforme a nota, houve contradição na atuação do grupo durante a tramitação do reajuste. Isso porque, ao mesmo tempo em que cobrava publicamente a aprovação do Projeto de Lei, teria articulado a interrupção da votação por meio de um pedido de vistas. A Prefeitura também destacou como episódio mais grave uma denúncia de suposta ameaça armada ocorrida na semana passada, quando um prestador de serviços de carro de som foi interceptado nas imediações do Engenho Progresso, no município de Ribeirão.
A administração municipal afirmou ainda que o grupo fez insinuações sem apresentar provas, divulgando o caso nas redes sociais e tentando associar o episódio à gestão. Segundo a nota, a prefeita também declarou que o grupo teria mobilizado o vereador de oposição Alex do Povo(PSB) para interromper a votação do reajuste, classificando a ação como contraditória. Fátima Borba reforçou o compromisso com a valorização dos professores, garantiu que o pagamento do reajuste segue dentro da legalidade e destacou avanços na educação, como a conquista do Selo Ouro de Alfabetização, além de reafirmar que a gestão continuará priorizando diálogo, transparência e estabilidade no município.